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As sementes do Anglo foram lançadas após
a Revolução de 1932, quando Eduardo Celestino Rodrigues,
um jovem estudante de Engenharia, iniciou a preparação
de candidatos para o vestibular da Escola Politécnica. A
USP ainda não existia.
Associando-se
a companheiros, ainda na década de 1930, Celestino Rodrigues
instalou-se à Rua da Liberdade, no Colégio Professor
Guerreiro, que foi rebatizado Colégio Anglo-Latino e mudou-se
para a Rua São Joaquim.
Havia terminado a Segunda
Guerra Mundial quando o professor Simão Faiguenboin assumiu
a direção do Curso Anglo-Latino, que funcionava anexo
ao Colégio.
Em 1950, fechou-se
o Colégio, e o Curso Anglo transferiu as suas atividades
para a Rua Tamandaré, agora sob a direção dos
professores Simão Faiguenboin, Emílio Gabriades e
Abram Bloch. Carlos Marmo completou o quarteto, que ficou conhecido
em todo o país graças aos seus recursos didáticos.
Naquela época, o Anglo criou os primeiros fascículos
teóricos, os primeiros simulados e "O Anglo Resolve",
publicação contendo resoluções e comentário
das questões dos principais vestibulares.
Os anos de 1960 trouxeram
para a equipe o matemático Cid Guelli, que mais tarde se
tornaria o professor-simbolo do Anglo, pela sua competência
e dedicação.
na década de
1970, sob a coordenação de Nicolau Marmo, houve inovações
importantes: o Anglo criou a apostila-caderno, que viria revolucionar
o setor de material didático; ampliou a sua atuação,
antes concentrada na área de Exatas, para as áreas
de Biológicas e Humanas; e estendeu aos primeiros parceiros
o sistema de ensino para vestibulares.
No iniciou dos anos
80, o Anglo iniciou a produção de material didático
destinado ao então Segundo Grau, para atender as unidades
conveniadas, e inaugurou a sua segunda unidade na cidade de São
Paulo, à Rua Sergipe.
A terceira unidade
seria inaugurada à Avenida de João Dias na década
seguinte, quando o Anglo também deu o passo que faltava para
completar o atendimento prestado aos parceiros: passou a produzir
material didático para o Ensino Fundamental.
O Anglo ingressa no
terceiro milênio com escolas com escolas parceiras em todo
o país, associando a experiência dos brilhantes professores
que por ele passaram à garra e à competência
dos seus sucessores e daqueles que estão chegando, completamente
sintonizado com as novas diretrizes do MEC. |